5 referências para cada teoria das RI

Realismo

  1. Aron, R. (1968). The Anarchical Order of Power. Em History, Truth, Liberty: Selected Writings of Raymond Aron, 27–52, University of Chicago Press. https://www.jstor.org/stable/pdf/20026981.pdf
  2. Aron, R. (2017). Peace and War: A Theory of International Relations. Routledge. https://books.google.pt/books/about/Peace_and_War.html?id=YaOe6XFwjvYC&redir_esc=y
  3. Mearsheimer, J. J. (2016). Structural Realism. Em International Relations Theories: Discipline and Diversity. pp. 51-67. Oxford University Press. https://www.commackschools.org/Downloads/8_mearsheimer-_structural_realism.pdf
  4. Morgenthau, H. (1978) Six Principles of Political Realism. Em Politics Among Nations: The Struggle for Power and Peace, 34 -38 http://www.imas.nccu.edu.tw/Syllabus/%E6%98%9F%E6%9C%9F%E5%9B%9B/34-38Six_principles_of_Political_Realism.pdf
  5.  Waltz, K. N. (1990). Realist thought and Neorealist theory. Journal of International Affairs, 44(1), 21–37. https://www.jstor.org/stable/24357222

 

A presente bibliografia apresenta as explicações essenciais à compreensão do realismo e dos seus conceitos base, nomeadamente: poder, anarquia internacional, sistema internacional e o papel do Estado nas suas relações (como a guerra e a paz). Aconselha-se uma comparação entre o conceito de anarquia definido por Aron e Waltz. Ao analisar os neorealistas, Mearshimer e Waltz, foque nas diferenças que existe dentro do próprio neorealismo, nomeadamente, ente realismo ofensivo e realismo defensivo. Para além disso, pode notar que está em falta o nome de E. H. Carr, não obstante a sua importância, as leituras sugeridas são mais simples.

Liberalismo

  1. Axelrod, R., & Keohane, R. O. (1985). Achieving Cooperation under Anarchy: Strategies and Institutions. World Politics, 38(1), 226-254. https://www.jstor.org/stable/2010357?seq=1#metadata_info_tab_contents
  2. Doyle, M. W. (1983a). Kant, Liberal Legacies, and Foreign Affairs. Philosophy & Public Affairs, 12(3), 205-235. https://philpapers.org/rec/DOYKLL
  3. Doyle, M. W. (1983b). Kant, Liberal Legacies, and Foreign Affairs Part 2. Philosophy & Public Affairs, 12(4), 323-353. https://philpapers.org/rec/DOYKLL-2
  4. Doyle, M. W. (1986). Liberalism and World Politics. The American Political Science Review, 80(4), 1151-1169. https://www.jstor.org/stable/1960861?casa_token=mAsyi6-UXoYAAAAA%3AWU9B2qGIdimEbsHQzQ4i59BRJEdSQW5QVESH2GZ-Lp307DGhXOUr9iORSNR6AojRU4RvySp68Rhy0zQAyLQC2AF1rBAQ0UWxfxR7LRY6P23rQF8Oj5k&seq=1#metadata_info_tab_contents
  5. Ikenberry, G. J. (2001). After Victory: Institutions, Strategic Restraint, and the Rebuilding of Order after Major Wars (pp. 21-79). Princeton: Princeton University Press. https://books.google.pt/books?id=86a3mz3W7DwC&printsec=frontcover&dq=after+victory&hl=pt-PT&sa=X&ved=2ahUKEwjWoquUrcHsAhVhA2MBHbhLAewQ6AEwAHoECAMQAg#v=onepage&q=after%20victory&f=false
  6. Keohane, R. O., & Nye, J. S. (1977). Power and Interdependence (4ª ed., pp. 3-31). Glenview: Pearson. https://www.pearson.com/us/higher-education/program/Keohane-Power-Interdependence-4th-Edition/PGM171836.html

“Liberalism and World Politics”, de Doyle, é um excelente ponto de partida para o estudo dos contributos da Liberalismo político para as RI, assim como para a multiplicidade existente dentro da  Teoria Liberal. Para uma exploração da Teoria da Interdependência Complexa recomendam-se os primeiros dois capítulos  da obra seminal de Keohane e Nye, “Power and Interdependence”, para muitos o ponto de partida da Teoria Liberal nas RI. Keohane e Axelrod olham para o problema da Cooperação num Sistema Anárquico, explorando a forma como as Instituições Internacionais diminuem a incerteza. Para explorar a Teoria da Paz Democrática e o contributo de Kant para as RI, recomenda-se o artigo de Doyle (1983). Por fim, sobre a questão da construção das Ordens Mundiais – um tema querido ao Liberalismo – propõe-se a leitura de dois capítulos da obra “After Victory” de Ikenberry.

Construtivismo

  1. Finnemore, M., & Sikkink, K. (1998). International Norm Dynamics and Political Change. International Organization, 52(4), 887–917.  https://home.gwu.edu/~finnemor/articles/1998_norms_io.pdf
  2. Finnemore, M., & Sikkink, K. (2001). TAKING STOCK: The Constructivist Research Program in International Relations and Comparative Politics. Annual Review of Political Science, 4, 391-416. https://pdfs.semanticscholar.org/0f61/681d2ea436b64ec3f9a664d6a02eefaaa663.pdf?_ga=2.166598206.1014862432.1602858643-179300088.1576458256
  3. Hopf, T. (1998). The Promise of Constructivism in International Relations Theory. International Security, 23(1), 171-200. https://www.jstor.org/stable/2539267?seq=1#metadata_info_tab_contents
  4. Wendt, A. (1987). The Agent-Structure Problem in International Relations Theory. International Organization, 41(3), 335-370. http://www.jstor.org/stable/2706749
  5. Wendt, A. (1992). Anarchy is what States Make of it: The Social Construction of Power Politics. International Organization, 46(2), 391-425. http://www.jstor.org/stable/2706858

Os dois artigos de Wendt iluminam as premissas essenciais do construtivismo convencional e sistémico, nomeadamente a relação agente-estrutura e a construção social da anarquia mutuamente constitutiva. O contributo de Hopf resume competentemente os principais elementos do construtivismo, apresentando também a proposta de um construtivismo mais focado nas dinâmicas internas dos Estados – o construtivismo social. Finnemore e Sikkink (1998) iluminam o caminho de um dos sub-campos mais importante da teoria – as normas. No outro artigo, as mesmas autoras identificam os principais temas da investigação construtivista empírica.